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06/11/2013

Súbita Angústia

Eu recebo-te nas mãos,
como um divino vinho de Dionísio,
sonhando contigo e,
olhando para o vazio mar...
Brinco nas ondas profundas revoltas do mar de Gibraltar.

Depois desfalecem fotografias...e agora o trocar é vago...

Que me importa as liberdades e as revoluções defuntas?!
Eu sou aquele que anseia viver e voltar a descobrir a vida.
Enquanto isto, o mar, continua a gritar por mim?
Esse continua a pedir-me o sonhos rasgados e consolações dilaceradas...

Dêem-me de beber que não tenho sede!  



(a inspiração vem quando menos se espera, incluindo nas aulas de Teoria e Prática da Criatividade)