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13/11/2013

Acreditar na diferença

Ouvi eu...

''Eu não me entusiasmo muito com o tipo deles...''

E por momentos cá dentro ecoou...

Independente dos tipos, eu não acredito neles, mas sim em pessoas.


11/11/2013

No quente do meu cobertor

Porque isto de ter uma mente revolta é uma dor de cabeça. Habituam-se a que aquele ser revolto, crítico com tudo o que está mal e principalmente desafiador, que seja o pró activo  contudo à dias em que ele só quer ''deixem-me ficar no meu canto e danem-se sozinhos''.
Hoje era um dia em que, estar enroscado no cobertor, ao som de uma bela música e com um chocolate quente nas mãos seria um belíssimo serão...




09/11/2013

É preciso...

Pode parecer difícil, pode parecer impossível... Existe uma saída, há sempre uma saída...pode demorar ou então pode vir muito rápido, mas quando a encontramos, só temos de a enfrentar!

Afinal das contas só precisamos de 20 segundos de uma coragem insana.

08/11/2013

A arte de ser persistente

Pensamento do dia:

 Insiste, insiste. Hão-de saber o meu nome e quem sou eu. 

Persistência é algo que não me falta, mas há momentos que cansa...

O reagir à tristeza


   A maneira de reagir à tristeza é ter um coração bom e uma cabeça viva. A tristeza não é um lapso ou doença, ou intervalo, como se diz nos países do Norte. É uma verdade, condição, coisas do dia a dia, parecidas com o apertar dos atacadores dos sapatos. É banalizando-las que as acompanhamos.Um sofrimento não anula o outro. Mas acompanha-o. Para isso é preciso inteligência e bondade. Aquilo que resta são as pequenas alegrias. No contexto de  tamanha tristeza e tanta verdade tornam-se grandes, por serem únicas que há. Não falo nas alegrias que passam, como passam quase todas as paixões.
   Falo das alegrias que se tornam rotinas, com que se conta: sentir o cheiro a terra molhada aquando das primeiras chuva, o dormir junto ao mar, dizer baboseiras como só eu sei dizer, rir feito parvo quando só eu entendo a piada ou então rir que nem um perdido da situação mais caricata. Coisas assim. São essas coisas- entre as quais o amor- que não se podem deitar fora sem, pelo menos morrer primeiro.






Há dias que custam....


06/11/2013

Súbita Angústia

Eu recebo-te nas mãos,
como um divino vinho de Dionísio,
sonhando contigo e,
olhando para o vazio mar...
Brinco nas ondas profundas revoltas do mar de Gibraltar.

Depois desfalecem fotografias...e agora o trocar é vago...

Que me importa as liberdades e as revoluções defuntas?!
Eu sou aquele que anseia viver e voltar a descobrir a vida.
Enquanto isto, o mar, continua a gritar por mim?
Esse continua a pedir-me o sonhos rasgados e consolações dilaceradas...

Dêem-me de beber que não tenho sede!  



(a inspiração vem quando menos se espera, incluindo nas aulas de Teoria e Prática da Criatividade)