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13/02/2014
19/01/2014
18/01/2014
13/01/2014
23/12/2013
First time
Dizem que existe uma primeira vez para tudo....
Pois bem, chegou a minha primeira vez, para um natal sozinho. Este Natal, irá marcar pela diferança. Em muitos anos e pela primeira vez, me encontro numa cidade que não a minha, com este sentimento de alma nómada, completamente sozinho, dentro de quatro paredes. Este irá ser o cenário do meu Natal. A revolta inundou-me, num misto de tristeza e com revolta.
O dia foi pautado de revoltas. Do desejo de mudar e querer ser o que ainda não se é, o de querer no presente o que irei ter no futuro. O procurar de respostas que anseiam em não surgir. Dizem que ainda não é o tempo. Mas porquê esperar? Porquê perder tempo?
Não me conformo!
01/12/2013
08/11/2013
O reagir à tristeza
A maneira de reagir à tristeza é ter um coração bom e uma cabeça viva. A tristeza não é um lapso ou doença, ou intervalo, como se diz nos países do Norte. É uma verdade, condição, coisas do dia a dia, parecidas com o apertar dos atacadores dos sapatos. É banalizando-las que as acompanhamos.Um sofrimento não anula o outro. Mas acompanha-o. Para isso é preciso inteligência e bondade. Aquilo que resta são as pequenas alegrias. No contexto de tamanha tristeza e tanta verdade tornam-se grandes, por serem únicas que há. Não falo nas alegrias que passam, como passam quase todas as paixões.
Falo das alegrias que se tornam rotinas, com que se conta: sentir o cheiro a terra molhada aquando das primeiras chuva, o dormir junto ao mar, dizer baboseiras como só eu sei dizer, rir feito parvo quando só eu entendo a piada ou então rir que nem um perdido da situação mais caricata. Coisas assim. São essas coisas- entre as quais o amor- que não se podem deitar fora sem, pelo menos morrer primeiro.
Há dias que custam....
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